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terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

CENTROS PLANETÁRIOS













Vida Suprafísica e
Centros Planetários
(Flor de IBEZ)





CENTROS PLANETÁRIOS Vórtices que canalizam para a Terra as energias e os impulsos emanados do núcleo de consciência planetário, do núcleo de consciência solar ou de fontes cósmicas mais amplas. Os centros planetários são pontos focais da energia universal do planeta, pois atuam com base em planos supramentais. Permitem à Luz permear os diversos níveis da vida terrestre e conduzem-nos à meta que devemos atingir. Os centros planetários trabalham em conjunto, numa rede subtil por meio da qual se exprime o governo interno do planeta. Projetam-se em centros intraterrenos, centros intraoceânicos, centros espirituais e outros núcleos ativos também na superfície da Terra. Os principais centros planetários nesta época são: Anu Tea, Aurora, Erks, Iberah, Lis-Fátima, Mirna Jad e Miz Tli Tlan; nomes que designam também os centros intraterrenos a eles vinculados. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994



Os Sete Centros e os Mistérios
(Luzes no Espaço)










Iberah e Anu Tea
(Trigueirinho)



ANU TEA Importante centro intraterreno ativo desde épocas remotas. Como guardião dos mistérios da existência, surgiu nas etapas da evolução da Terra em que, nos planos internos, a dualidade foi ascendida á harmonia da tríade, por isso um dos seus símbolos é um triângulo, figura geométrica constituída de três retas que se cruzam delimitando um universo especial. De modo especial, Anu Tea recebe o fluxo do conhecimento e da sabedoria do Logos regente da Terra, e de consciências cósmicas que trazem revelações aos que transcendem as leis matérias. O surgimento de Anu Tea foi especialmente estimulado por impulsos que tiveram Saturno como núcleo refletor. Daí a qualidade rítmica e pulsante desse centro. Os movimentos das suas correntes vibratórias conduzem o planeta à unificação do temporal com o eterno, do terrestre como o cósmico. Tem-se mantido através dos tempos como canal desimpedido para o contato com a vida extraplanetária, como Espelho no qual a luz de mundos distantes pôde refletir-se e traçar os trajetos evolutivos dos seres terrestres. A sabedoria transcendente e sobrenatural de Anu Tea vem preparando a consciência humana para contatar realidades abstratas, puramente energéticas e, assim adquirir condições de transcender enganos. A fim de estimular o reino humano na senda iniciática, a energia de Anu Tea exprime-se por meio de um símbolo, a estrela de cinco pontas, e torna a alma ponto de equilíbrio e de mediação entre a mente e o corpo de luz. Esse símbolo representa a ligação desse centro — que funciona como ponto de contato com a vida extraplanetária e guarda importantes chaves para o homem de superfície — com a divindade solar. Na Antiguidade, Anu Tea teve atuação externa mais evidente: auxiliou a consolidação das bases para o desenvolvimento mental da humanidade. Influenciou civilizações que floresceram nas imediações do Mar Mediterrâneo, pois projetava-se naquela região por intermédio de um núcleo energético ali presente. De Anu Tea partiram revelações que foram difundidas como verdades nobres de culturas, filosofias e religiões: a infalibilidade do destino (lei de causa e efeito que mantém o homem no circulo reencarnatório enquanto sua existência permanece voltada para a matéria); a origem de toda ilusão e sofrimento humanos (o desejo e os apetites do ego); o caminho para a libertação (a transcendência do querer e o cultivo de um estado de serenidade e impassibilidade), as chaves para penetrar tal caminho (amar a energia sagrada da inteligência suprema, da sabedoria e do poder que se oculta em cada partícula, e a ela devotar a vida). É um centro permeado pela energia dos Raios ímpares, tem profunda capacidade de expressar as leis da evolução de modo acessível ao homem. Apesar de poucos representantes desse centro terem vivido fisicamente entre os homens, os que assim se manifestaram deixaram marcas indeléveis. Um deles foi Moisés, do Antigo Testamento, que canalizava o Primeiro Raio, a energia de vontade-poder. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994








A Custódia do Invisível: os Povos
Originários e os Centros Planetários
(Luzes no Espaço)









AURORA Um dos três centros intraterrenos mais importantes nesta época, o qual compõe, com Miz Tli Tlan e Erks, um tri­ângulo de energias essencial para o transcurso e para a evolução da vida na Terra. Tem a fun­ção específica de introduzir no planeta a essência da cura cósmica. Auxilia o homem em sua integração no mundo em que vive e na dimensão extraterrestre e leva-o a ultrapassar os limites da Raça que hoje habita a superfície do planeta. A irradiação de seus Espelhos, ao atingir a humanidade, estimula a implantação do equilíbrio e da saúde, o que é possível quando a fé está presente. Utiliza os meios mais diretos e adequados para introduzir na vida da Terra o divino, o perfeito, o transcendente; exprime o Primeiro Raio, energia da vontade-poder. Certos ramos da Hierarquia dévica atuam sob a direção desse centro, que é um dos decodificadores dos padrões arquetípicos do planeta. Aurora é um centro intraterreno antigo; nesta época, polariza-se na região intraterrena de Salto, no Uruguai, e irradia impulsos de transmutação e de transformação para todos os remos da Natureza. Che­gou a expressar-se no plano físico, com a participação do homem de superfície; sua Hierarquia trabalha hoje sob a regência de Amhaj, consciência que, na faixa de energia adequada ao ciclo passado, se deu a conhecer como Mestre Morya, canalizador do Primeiro Raio para a humani­dade. Centros intraterrenos como Aurora estão ativos, auxiliando o ser da superfície a reconhecer suas metas superiores. Para Aurora convergem civilizações extraterrestres que se unem à própria civilização intraterrena nele presente. Essa convergência auxilia a transição da Terra, segundo o Plano Evolutivo. Aurora é também base de operações, cujos projetos e atividades o homem de superfície ainda desconhece. Devido ao trabalho de sua civilização e de outras, igualmente evoluídas e que usam distintas energias, haverá sobre a Terra um relacionamento mais harmonioso entre o material e o imaterial. A meta do homem é retornar, após as experiências necessárias nos vários planos de vida e em diferentes setores do universo, à sua origem cósmica. O trabalho de Aurora procura levá-lo à perfeição interior e à liberação espiritual para alcançar esse mundo cósmico. A linearidade, o caminho reto, direto, do que está embaixo rumo ao que se encontra em cima, é um padrão emitido pela Hierarquia desse centro. Sabe-se que nada surge no cosmos sem a participação de uma Hierarquia, e o que faz eclodir a manifestação de algo é sempre uma energia de Primeiro Raio, vibração capaz de criar uma centelha primordial onde antes nada parecia existir. Competem também ao Primei­ro Raio os fechamentos de ciclos, pois dele provém a determinação de dissolver formas e libe­rar a vida nelas contida. Assim, cabe hoje a esse centro ser o guardião do final de uma e ini­cio de outra etapa evolutiva do planeta, tarefa vinculada à de implantar a cura cósmica na Ter­ra. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994



ERKS - Mundo Interno
(Trigueirinho)





Acessar Site Oficial:  http://www.erks.org/






ERKS - Revelações
(Trigueirinho)


ERKS Importante centro intraterreno que com Aurora e Miz Tli Tlan forma a triangulação energética chamada Centros Maiores, ativada de modo especial nestes tempos para levar a cabo a transição do planeta Terra. Sua principal cidade localiza-se na região intraterrena da Província de Córdoba (Argenti­na), onde projeta luzes etéricas também na superfície. Essa exteriorização, bem como a apari­ção de naves que percorrem os céus daquela área, é mais do que uma simples exposição de realidades suprafísicas: promovem expansões de consciência nos seres humanos e a abertura de canais sutis nas partículas materiais que contatam, o que permite mais livre expressão da ener­gia espiritual e elevação das vibrações do planeta, sintonizando-o com a vida superior. A civili­ação de Erks é o destino de alguns seres humanos da superfície da Terra que se autoconvocar­am para servir ao Plano Evolutivo nestes tempos. Nos planos internos, Erks acolhe os que se voltam para a realização espiritual. Seu nome tem significados vários. Deriva da palavra ‘ERK’, do idioma Irdin, sendo esta uma espécie de prefixo que engloba e transcende o sentido de reverência, receptividade e devoção ao sagrado. É também uma sigla — Encontro dos Remanescentes Kósmicos Siderais —, que fornece chaves sobre a sua cons­tituição, levando-se em conta que em certos textos esotéricos kosmos, grafado com k, tem acep­ção mais ampla e universal do que se estivesse com c (vide A DOUTRINA SECRETA, de H. P. Blavatsky, Editora Pensamento). Sua função atual, como centro planetário e civilização suprafísica, é abrangente. Erks é a sede do conhecimento iniciático e do despertar da nova espirituali­dade. Tem estrutura hierárquica regida por Logoi e Avatares. Assumiu revelar ao homem da superfície da Terra a Hierarquia espiritual planetária. Em Erks há um estado de consciência simbolicamente denominado Templo da Esfera, onde é realizada a maioria das Iniciações de âmbito planetário. Também nesse Templo estão sediados os grupos internos atuantes na Terra; por isso, independentemente da qualidade de Raio de um ser, se ele busca a elevação, há em si espontânea receptividade em relação a Erks. Desvela a vida espiritual aos que podem conhecê-la e coloca-os diante dos limiares da existência divina. É o centro no qual a Hierarquia se polariza quando deve definir os passos para cada fase do planeta. Erks acolhe, portanto, suas congregações e concílios internos, e também as consci­ências de mundos distantes que vêm em auxílio da Terra. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994)




Centro Intraterreno de ERKS
(Realidade Espiritual)



IBERAH - Centro intraterreno que, com Erks e Anu Tea, forma um triângulo energético denominado Guardião dos Mistérios Sagrados. Está ativo desde os primórdios da Terra, trabalhando para a redenção da matéria. É o centro mais misterioso e oculto entre os que se revelaram até o momento. A coli­gação primordial do espírito com a matéria expressa por Iberah não foi ainda compreendida pelo homem da superfície da Terra; por isso, ele não pode contatar esse centro diretamente. Devido a desvirtuamentos ocorridos em remoto passado cujas consequências ainda hoje se fazem notar — aguarda-se que ele atinja grau de pureza suficiente para interagir com o poder e a sabedoria emanados de Iberah. A energia de Iberah chega ao homem por intermédio dos de­mais centros planetários, e Aurora, principalmente, está encarregado de fazer essa conexão (vide AURORA). Quando ela penetra em canais impuros, pode intensificar as deturpações neles exis­tentes. Daí as projeções de Iberah no plano físico serem preservadas, o que não se dá com a mesma intensidade em Aurora e Erks, cujas luzes se mostram. A aproximação a Iberah se tor­nará viável quando a vida divina estiver permeando a humanidade de modo mais extenso do que hoje. Iberah é um dos núcleos ocultos que sustentaram o desenvolvimento espiritual do pla­neta. Antecessor de Shamballa, formou-se como centro regente da Terra em épocas tão remotas que são tidas como legendárias. A verdadeira ciência alquímica é custodiada por Iberah e estará acessível ao homem quan­do sua consciência tiver sido depurada em grau suficiente para aplicá-la sem deturpações. A alquimia está-se processando no próprio homem e transformará o seu estado ma­terial, hoje corrompido, num estado sublime. A vida terrestre não tem como destino o caos que atualmente se observa, nem ser palco para a subjugação, por forças destrutivas, de seres que teriam a possibilidade de atingir a consciência cósmica. A real condição do homem é uma dig­nidade incorruptível. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994 



Hierarquias de IBEZ e IBERAH
(Artur)










O Centro está Nós: o Verdadeiro
Encontro com os Centros Planetários
(Luzes no Espaço)



LIS FÁTIMA Centro intraterreno que tem papel significativo na purificação e na preparação da Terra para o ciclo vindouro. A energia de Lis estende-se sobretu­do por um circulo que abrange a Europa Ocidental e, de modo peculiar, a Península Ibérica. 0 centro intraterreno conhecido como Fátima (que projetou suas energias na localidade de Fátima, em Portugal) é prolongamento de Lis. A França também está entre as áreas magneticamente coligadas a Lis, e o trabalho manifestado em Lourdes é fruto da sua irradiação. Além disso, Lis mantém conexão direta com Espelhos situados na contraparte sutil do Oceano Pacífico, en­tre o Japão e a Oceania. Esses Espelhos recebem a vibra­ção de Lis e fazem-na ressoar em diversos tons que percorrem o Cone Sul, unindo-se à dos demais centros planetários ativos. Impulsos enviados de Lis à superfície terrestre criaram campânulas energéticas que de­pois puderam servir de tela para projeções sutis, percebidas como aparições da Virgem, em especial as ocorridas em Fátima (Portugal) e em Lour­des (França). Avivando a devoção de muitos, procuraram despertar em seu interior vínculos com arquétipos universais. Embora a imagem da Virgem possa ser projetada em certas circunstân­cias também pelas naves, provém do centro intraterreno Lis a estimulação que inclui aparições em Medjugorje, na ex-!ugoslávia. A figura da Virgem, símbolo potente, é utilizada para conec­tar a consciência humana com a pureza essencial da matéria. O que foi vivido pelo homem de superfície e está registrado atavicamente em seu código genético, necessita ser removido para sua consciência interior expandir-se. Situação análoga existe em relação ao reino animal. É em Lis que os regentes dévicos - plasmadores do padrão ideal das espécies animais e intermediadores desse processo interplanetário — se polarizam para esse trabalho. A evolução das Raças humanas na Terra também se apóia em Lis, e nesse Centro estão guardadas chaves para o aprimoramento delas. A energia crística espiritual, unida ao trabalho da hierarquia angélica, aproxima a espécie humana das vibrações do seu arquétipo. Lis recolhe a essência de um corpo que pôde acercar-se dessa perfeição arquetípica. O resgate dessas essências corpóreas, além de contar com a ajuda direta dos Jardineiros do Espaço, é assistido por Hierarquias extraplanetárias, sobretudo solares e saturninas. Lis é um centro novo, considerando-se a ativação de núcleos energéticos do planeta sob uma perspectiva temporal, e sua qualidade de ‘aprendiz’ torna-o mais acessível à humanidade. Sua energia chega aos homens permeada de humildade natural e os atrai por sua singeleza. Enquanto a consciência faz o caminho terrestre, Lis é seu condutor. Quando Ihe é dado trilhar rumos solares, Lis a guia a Mirna Jad e, se ela amplia seus contatos a níveis mais profundos, Miz Tli TIan a acolhe. Lis é dotado de qualidade feminina, cândida. Foi-lhe confiada a tarefa de perpetuar o estado original do ser humano, estado imaculado, também denominado adâmico. Por isso sabe-se que na essência de Lis vive o homem andrógino, que transcendeu a dualidade, extinguiu da sua existência as raízes do conflito e da dicotomia e se libertou dos apegos que turvam a visão do caminho. Hostes celestiais e angélicas tem esse centro como ponto de sustentação, e dele recolhem os padrões para a criação dos moldes sutis a serem implantados na humanidade. Essa construção do Novo Homem conta com a ação conjunta de Aurora, Lis e Mirna Jad que além de propiciarem o contato com Escolas Internas, fornecem aprendizado sobre as ainda desconhecidas comunicações extraplanetárias. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994 



Participação dos Centros Intraterrenos
nesta Etapa Planetária
(Cosmosofia UKSIM)












Novas Luzes de MIRNA JAD
(Trigueirinho)



MIRNA JAD Importante centro intraterreno, revela-se como avançada civilização nos níveis suprafísicos de determinadas re­giões da América do Sul. Recebe e sintetiza energias dos três Espelhos Maiores (Miz Tli Tlan, Erks e Aurora) e é prolongamento direto de Miz Tli TIan. Atua principalmente no nível monádico; entretanto, projeta-se também nos níveis materiais. Estimula a evolução da humanidade de superfície deste planeta e, nesta época, intermedeia as emissões de outros centros intraterren­os para a humanidade da superfície. Portal da existência suprahumana, Mina Jad aproxima homem à vida divina. O vórtice energético que influenciou várias civiliza­ções evoluídas do passado e deu origem aos essênios encontra-se hoje em Mirna Jad. A cura interior é outra tarefa de Mirna Jad. Membros da humani­dade da superfície da Terra são para lá levados em corpos sutis, a fim de se harmonizarem, terem suas energias transmutadas ou serem preparados para traslados a dimensões sutis. Pela transmissão de emanações solares e cósmicas, Mirna Jad traz equilíbrio não só a indivíduos e grupos que habitam a superfície da Terra, mas à própria exis­tência terrestre. A civilização de Mirna Jad, por sua intrínseca sintonia com o núcleo do Sol, de modo especial irradia para a Terra o amor. Para cruzar os portais de Mirna Jad é preciso renunciar a expectativas e tendências humanas e dispor­-se à vida do corpo de luz. O caminho para Mirna Jad é o do espírito e, no contato com sua vibração, chega-se ao limiar do conhecimento divino. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994 



Revelando Dimensões - Centros Planetários 
e Cidades Etéricas de GAIA  
(Sol Ahimsa)



MIZ TLI TLAN - Atual centro regente do Planeta, seu núcleo situa-se nos níveis intraterrenos dos Andes Peruanos. Exprime a polaridade feminina da energia logóica, polaridade que predominará no novo ciclo da Terra. Entrou em atividade a partir da presente transição planetária, substituindo Shamballa, que expressou a polaridade masculina e agora entra em recolhimento. Hoje Miz Tli Tlan é o maior Espelho ativo da Terra; seu nome, em Irdin, significa ‘Homens Sábios’. Capta o propósito divino para a Terra e é o mais potente centro intraterreno em manifestação no planeta. Até o momento não se projetou no plano físico, mas pode ser contatado nos planos internos da vida pelos que se preparam para penetrar a vibração de sua aura. Recebe e transmite os impulsos emanados daquilo que esotericamente se chama ‘Coração do Sol’, impulsos que asseguram o prosseguimento da existência na Terra de acordo com parâmetros evolutivos superiores. Esse centro regente não se limita ao âmbito terrestre; como Espelho, abarca esferas de consciência além da galáxia. A consciência de Miz Tli Tlan é luz onipresente, permeada pela pura vida divina. As peculiaridades da sua civilização poderiam constituir ficção para o estado mental do homem da superfície da Terra, pois nela se vive segundo leis suprafísicas e leis da supranatureza. Os habitantes de Miz Tli Tlan são sábios, unidos que estão à essência da vida. Pelo que emana de Miz Tli Tlan, a humanidade pode reconhecer a vontade espiritual e pautar sua vida por ela. Miz Tli Tlan responde às leis de Ono-Zone e faz fluir para toda a Terra o amor divino. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

SHAMBALLA e IBEZ




SHAMBALLA - Foi o mais potente centro planetário ativo no ciclo encerrado em 08\08\88. Nos níveis internos, conduziu a vida nas fases finais de sua trajetória descendente de penetração na matéria, e na fase intermediária de reversão e densificação. Caracterizou-se pela expressão da polaridade masculina da energia logóica, o que foi essencial para levar adiante adequadamente as realizações das etapas anteriores da Terra e nela imprimir a sua vibração. Segundo a tradição ocultista, Shamballa – a Cidade Sagrada, surgiu quando os governantes dos povos eram encarnações de Entidades elevadas. Era indestrutível, imperecível e imune ao correr do tempo e à degradação das formas. Existente nos planos internos suprafísicos, podia plasmar-se e materializar-se nos externos.  Sua formação contou com estímulos de Vênus, cuja influência foi determinante para certos avanços da Terra. A ativação de Shamballa como centro regente do planeta, em passado remoto, correspondeu à abertura de um ciclo em que o desenvolvimento mental seria estimulado no reino humano. Indivíduos agora capazes de perceber e contatar conscientemente o próprio universo interior e civilizações suprafísicas foram preparados para isso por Shamballa. A atividade de Shamballa principiou em meados do período lemuriano e estendeu-se até antes da atual transição da Terra, compreendendo as últimas sub-raças da Raca lemuriana, a Raça atlante como um todo e a Raça ária até a presente sub-raça (quinta), quando então entrou em recolhimento. Seu trabalho foi apresentado com clareza na obra de Alice A. Bailey e encontra-se impregnado nos ensinamentos espirituais e esotéricos hoje disponíveis ao homem. Nesta época, Miz Tli Tlan é que cumpre a função de centro regente do planeta. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994)







Shamballa, ERKS, Órion,
Portais, Intraterrenos, etc.
(Ricardo González)




“No budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria. É mencionado no Kalachakra Tantra e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião Bön o chama de Olmolungring. Shambhala significa em sânscrito ‘um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade’, e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra. Também é considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo, por oito cidades etéricas. Entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o Avatar Kalki, que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina. Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar. Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama (em exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: ‘por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive.' A ideia de uma terra de iluminados exerceu atração no ocidente desde sua difusão inicial no século XVII a partir de fragmentos do Budismo tibetano que conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as usualmente fechadas fronteiras tibetanas, e da Teosofia, propagada pioneiramente por Helena Petrovna Blavatsky no século XIX. No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente, disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em tentativas de localização - Nicholas Roerich (1926), Yakov Blumkin (1928), Heinrich Himmler e Rudolf Hess (1930, 1934-35, 1938-39). Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à Grande Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a Ásia central ainda era um mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria sido ali que os Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana, liderados por Sanat Kumara, teriam chegado e se estabelecido, vindos de Vênus. Escolas derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais frequentes ao lugar, enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no plano etérico ou astral.”   (Extraído em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Shambhala)







Aliança Extraterrestre
p\ auxiliar a Terra - Shamballa e Vênus
(Anne Givaudan)







“... a Hierarquia Universal através da Confederação Interga­láctica e, na Terra, através da Fraternidade Branca e de uma rede de serviços que inclui as atividades de sete Centros Intraterrenos, além de outras bases avançadas de ações, cumpre o seu papel de atualizadora constante das Ordens da Fonte. Os setes Centros Intraterrenos ativos já revelados para a Terra são: Anu Tea (Mediterrâneo), Aurora (Salto-Uru­guai), Erks (Córdoba-Argentina), Iberah (Viedma-Argentina), Lis (Península Ibérica), Miz Tli Tlan (Andes peruanos) e Mirna Jad (Brasil - Figueira) [...] Esta trindade hierárquica superior atualizada (Senhor do Mundo, Instrutor do Mundo e Mãe do Mundo), auxiliará o planeta a cumprir o seu destino cósmico de fortalecer-se em Amor Sabedoria e unir-se às leis da Confederação Intergaláctica, emanada mais potencialmente do Centro Intraterreno de Miz Tli Tlan, foco central de acolhimento e dispensação das Ordens Superiores da Fonte para a Terra.”     (Do livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação”, págs 261, 262 e 265, Horácio Netho, Ed.Alfabeto, 2011)














IBEZ, Roncador e a Consciência Indígena
(Mônica Lobo)





IBEZ - Prolongamento do centro intraterreno Iberah. Manifestou-se na superfície da Terra em tempos pretéritos, quando civilizações foram criadas por consciências provindas, em sua maioria, de outros pontos do sistema solar e, algumas, do próprio Sol. Por possuírem elementos resistentes à mutabilidade dos ciclos terrestres, os templos e obras daquele período subsistiram, e as pessoas sensíveis às ações sutis podem percebê-los hoje no éter planetário. O fogo interior do Templo de Ibez ainda arde no plano etérico da América do Sul, onde prepara Raças futuras. Por meio de Ibez, uma ponte entre universos materiais e imateriais pôde consolidar-se no planeta. Ibez e Iberah são diferentes aspectos de um mesmo centro. Iberah lida com a matéria primordial; Ibez da com a matéria já elaborada e estrutura-a para receber o espírito. Iberah guarda a original; Ibez, os moldes. Iberah capta de modo especial as energias provenientes do Mercúrio, e o metal que lhe é associado é também o mercúrio, sopro vital que amalgama preenche os interstícios da matéria. Já Ibez tem maior sintonia com o planeta Júpiter. Conforme a tradição alquímica, a Júpiter corresponde o estanho, metal capaz de purificar o chumbo. Reunindo as qualidades transformadoras do mercúrio e do estanho Ibez-Iberah constitui potente vórtice dinamizador de metamorfoses que levarão a vida terrestre liberdade e harmonia.  (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994)