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terça-feira, 2 de abril de 2019


























ÍNDIOS das ESTRELAS











“No princípio de todas as coisas, Tirawa, o Criador, deu a sabedoria e conhecimento aos animais. Ele enviou certos animais para contar aos homens os mistérios das estrelas, do sol e da lua.” Letakos Lesa  (Águia Noturna)  Chefe Pawne











“Na Tradição Andina que estudo e pratico, vivemos no 'Tempo do Onkoy' um momento de reintegração e de encontro dos Povos das Quatro Direções... um momento de Comunhão, no qual aquele que tem um pouco mais de conhecimento procura compartilhar com aqueles que ainda não o têm preparando-os para a chegada do Quinto Mundo [...] Essa época de transição planetária pela qual passamos é um tempo de uma grande oportunidade da humanidade entrar numa idade de ouro, um milênio de Paz. Uma Era Dourada na qual receberemos transmissões energéticas realizada pelo ‘Povo das Estrelas’ que nos permitirão a entrar naquele Ser que estamos nos convertendo. Assim daremos um salto quântico para sermos um ser humano completamente diferente, que chamamos de Homo Luminus... Os Mestres Xamãs que me iniciaram dizem que estamos entrando num milênio de ouro, no qual nós somos os instrumentos pela Paz, os agentes da transformação. Muitos têm recebido o chamado do Espírito a tempo para fazer a diferença no mundo e em suas vidas.”  (Wagner Frota  – Xamã Jaguar Dourado – www.xamanismo.com)






DAKOTA SIOUX - POVO das ESTRELAS
(MENSAGEM p\  HUMANIDADE)









“Inicialmente, as Crianças Estrela Azul irão encarnar entre todas as comunidades, mas elas buscarão especialmente encarnar entre as comunidades indígenas, ou em países que têm laços bem próximos com as comunidades indígenas. A razão para isso é que a primeira parte do seu trabalho é revitalizar e reenergizar as tradições Indígenas da Terra [...] Isto é necessário, de maneira que a população da Nova Terra aprenda a aceitar e honrar a Sabedoria da Terra das Comunidades Indígenas outra vez. E para que estas comunidades livrem-se de quaisquer sentimentos de exploração e inadequação, e uma vez mais honrem a fonte de sabedoria das suas tradições e rituais. Inicialmente também, estas crianças serão pontos âncora para a energia da Paz.” (Em: http://planetaazulindigo.blogspot.com.br/2013/02/as-criancas-da-estrela-azul-criancas.html)









A ESTRELA AZUL, os HOPIS,
CONTATOS e NAVES EXTRATERRESTRES
(MIRIAM DELICADO)





“Várias nações indígenas da Amazônia mantêm, até os dias de hoje, rituais e crenças de celebração às suas origens extraplanetárias. Os índios Xikrin, da nação Kayapó, na Ama­zônia, acreditam que são descendentes de seres que vieram das estrelas. No Brasil, muitas nações indígenas mantêm tradições e rituais que indicam uma convivência pacífica com o fenômeno UFO. Algumas até acreditam ser descendentes de seres extraplanetários, entre elas a nação Kayapó, espalhada pela região amazônica.” (Em: http://herbabem.blogspot.com/2009/10/indios-brasileiros-tambem-cultuam-ets.html) 





"LEIS ESTELARES, O Caminho da TerraEstrela" - Xamã Estrela de Prata




“Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante. De uma estrela que virá numa velocidade estonteante... Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio. E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer assim de um modo explícito. E aquilo que nesse momento se revelará aos povos surpreenderá a todos, não por ser exótico, mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto.”
 (Da Música “Um Índio”, Autor: Caetano Veloso)







SERES ESTELARES na TERRA
(TRIGUEIRINHO)




“... a todos os interessados em se unir a esta rede de supraconsciência cósmica que já está instaurada na atmosfera do planeta Terra, onde estamos tendo a presença de seres de espíritos de luz que já possuem uma consciência muito elevada em seus sistemas onde vivem e habitam. Espíritos de sétima dimensão, de décima dimensão, espíritos muito evoluídos estão vindo neste momento nos instruir. Então, a mensagem que temos neste momento é que não temos mais tempo a perder, não podemos mais ficar em cima do muro. Chegou o grande momento planetário... este é o momento de sensibilização do planeta.”  (Xamã Akaiê Sramana)








 SOMOS TODOS ÍNDIOS
(NAVE de PRATA)






"A origem de vários grupos nativos dos EUA é considerada pelos próprios como extraterrestre, pois suas culturas são fortemente influenciadas por ensinamentos transmitidos pelas 'Nações das Estrelas'. Os peles-vermelhas - como são chamados os índios norte-americanos – têm plena consciência de que os desastrosos acontecimentos em várias partes do mundo atual já haviam sido anunciados aos nativos através de antigas profecias de suas tribos. A mais importante delas é a que se refere à clara manifestação sobre a Terra das civilizações extraterrestres. Standing Elk [Alce em Pé], líder místico da tribo Lakota, vê com apreensão o risco de colapso nos métodos financeiros mundiais, especialmente dentro dos Estados Unidos e das instituições religiosas. Floyd Hand, conselheiro espiritual da nação Oglala, fala das inundações, incêndios e terremotos, além da intensa seca e o aumento de mortes devido a má distribuição e a falta de alimentos. Tudo isso já estaria previsto nas profecias indígenas, os fenômenos El Niño, La Niña e a morte de milhares de africanos todos os dias, seriam confirmações indiretas de tais previsões. Wambdi Wicasa [Homem Cervo], líder espiritual dos Dakota, vai mais longe e enfatiza que toda a Humanidade deveria ter recebido a mesma cultura dos povos indígenas, mas como isso não aconteceu, os homens das estrelas estarão coagidos, se necessário, a intervir para restabelecer o equilíbrio físico e espiritual do planeta. Ele nos alerta para a entrada da Terra na Quinta Era, mas antes da dimensão espiritual, deveremos viver novas e diversas épocas. Holy Bull [Touro Sagrado], outro mediador dos Lakota, relembra as palavras pronunciadas em 1854 pelo líder Seattle, da tribo Suwamish, onde dizia que 'a Terra era preciosa para Deus e maltratá-la seria desprezar seu criador, quem contaminava seu leito seria sufocado pelo próprio lixo, a Terra não pertencia ao homem, mas o homem à Terra e qualquer coisa errada que se faça, faz-se a si mesmo...' No entanto, a humanidade, aprisionada em sua própria arrogância e ignorância, nem ao menos ouve estas palavras. Standing Elk explicou que o povo das estrelas está aqui para encorajar o crescimento espiritual do ser humano e que deverá acontecer uma aproximação de raças em direção à Terra, num período de grandes provas, mas seguido de mil anos de paz. Existem, todavia, entidades e forças que não desejam a revelação da verdade, mas os peles-vermelhas sabem que as previsões já estão acontecendo [...] O líder Lakota revelou que os chefes místicos de cada tribo (os remediadores) têm a capacidade de comunicar-se com entidades espirituais da Mãe Terra e com seres provenientes das estrelas [...] Floyd Hand, da nação Oglala, falou dos seres denominados de Avatares, que seriam figuras semelhantes aos mestres Jesus, Buda e Maomé. Seriam entidades de proveniência extraterrestre que assumiriam várias formas. A lenda da Mulher Bisão Branco é um exemplo. Ela sempre se manifestou aos peles-vermelhas em diversos momentos históricos, dando-lhes ciência de fatos que aconteceriam no futuro. A história fala de um ser que apareceu em épocas antigas e que instruiu o povo através de conhecimentos universais e sua presença entre os índios veio a influenciar seus modelos de vida social. Explicou ainda que os indígenas da Terra provêm de sete diferentes raças extraterrestres.Muitos líderes espirituais nativos enfatizam a importância em se acreditar em UFOs. Harry Charger, ancião Lakota, disse que os irmãos estelares visitam a tribo há tempos e que ele se habituou desde pequeno com a idéia do homem não ser o único habitante do Universo." (Em: http://www.ufo.com.br/noticias/o-que-nos-contam-os-indios-norte-americanos-sobre-ufos/)






 INDÍGENAS - APACHES, HOPIS, KACHINAS,
MAYAS e os SERES CÓSMICOS
(LEANDRO DE LA PASCOA)



“Indígenas de todo o mundo têm tido pacífica e longeva relação com ETs, mas poucos são os líderes tribais que admitem isso. O silêncio, explicam, é em respeito aos seus ‘amigos cósmicos’. A cidade de Wagner, em Dakota do Sul, Estados Unidos, é palco de um acontecimento de importância histórica. Por 15 anos seguidos a reserva Yankton do índios Sioux tem sediado um dos mais concorridos eventos na área ufológica dos EUA. Trata-se de um grande encontro entre os líderes de tribos indígenas norte-americanas e de todo o mundo, chamado Star Knowledge, a conferência sobre o conhecimento das estrelas. O evento é organizado por uma comitiva de índios chefiada pelo líder místico Standing Elk [Alce em Pé], da tribo Lakota. Standing Elk teve a idéia do encontro após uma visão em que lhe foi revelado que o conhecimento espiritual dos índios nativos dos EUA tinha grande relação com o que chama de ‘Nações das Estrelas’, seres extraterrestres. O chefe crê ainda que tal conhecimento deva ser compartilhado com outros povos da Terra e por isso convoca, a cada ano, indígenas de todo o planeta para trocarem informações e experiências. A conferência é sempre organizada em obediência às profecias dos sábios das tribos Lakota e Hopi, mas até hoje não recebeu nenhum enviado das tribos brasileiras. Nos últimos eventos estiveram presentes indígenas místicos e espirituais da facção denominada Plains [Habitantes das Planícies], que compreende as tribos dos Lakota, Oglala, Dakota, Black Foot e Nakota, assim como os representantes orientais das nações Iroquoi, Oneida, Seneca e Choctaw, e os líderes dos grupos que habitam a faixa meridional dos Estados Unidos, Hopi, Yaqui e Mayan. Dentre os chefes das tribos que compareceram anualmente ao encontro é importante destacar a presença do místico Maori, da Nova Zelândia, e da líder espiritual do povo Sammi, do Lapão. Também participam ativamente do evento pesquisadores, antropólogos e ufólogos norte-americanos e europeus. Entre eles está o ex-sargento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Robert O. Dean, o contatado e escritor Whitley Strieber, o psicólogo Richard Boylan, os professores universitários Leo Sprinkle e Courtney Brown, o contatado e estigmatizado Giorgio Bongiovanni, o investigador alemão Michael Hesemann, o ex-funcionário da CIA Derrel Sims, a contatada Marylin Carlson e o investigador Randolph Winters, entre vários outros curiosos e interessados na temática. O psiquiatra da Universidade de Harvard doutor John Mack, recentemente falecido, era figura constante nos eventos indígenas.”  (Em: http://luznocaminho.net/2011/07/14/indigenas-das-americas-admitem-sua-origem-nao-terrestre/)







UM ASTRÔNOMO e UM CACIQUE
(PROGRAMA CULTURA INDÍGENA))













“Muito antes de Fernão de Magalhães aparecer por aqui guiado pelas estrelas, os habitantes destas terras já direcionavam suas vidas pelos pontos luminosos do céu. Celebrações religiosas, épocas de plantio e colheita são apenas alguns dos propósitos dos estudos indígenas do firmamento. Para além da função prática, viam também no céu uma cópia de seu próprio mundo. As atividades das tribos indígenas guiam-se, geralmente, por dois tipos principais de constelações. Há aquelas relacionadas ao clima, à fauna e à flora do lugar, conhecidas por toda a comunidade; e outras relacionadas aos espíritos indígenas, mais difíceis de visualizar e conhecidas, normalmente, apenas pelos pajés. No firmamento, encontram mais do que orientação sobre marés e estações do ano: veem um retrato do mundo terrestre. Para agrupar os astros, utilizam elementos de seu próprio cotidiano. Para os pajés, tudo o que existe no céu existe também na Terra. Nosso mundo nada mais é do que uma cópia imperfeita do céu. Assim, cada animal terrestre tem seu correspondente celeste. Isso explica o enorme número de constelações utilizadas. Enquanto a União Astronômica Internacional (UAI) registra um total de 88 constelações, distribuídas nos dois hemisférios terrestres, os indígenas utilizam mais de 100, formadas não só por grupos de estrelas, mas também por manchas escuras e nebulosas que compõem o céu. Na estrada esbranquiçada da Via Láctea, tribos encontram o principal ponto de referência para as medições celestes. Chamam-na Tapi’i rapé (Caminho da Anta), devido à posição das constelações que a formam. Se para medir fenômenos climáticos as referências são animais terrestres, quando se trata do sagrado a região recebe o nome de Morada dos Deuses. Ali, próxima à constelação do Cisne, está a mancha escura que simboliza Nhanderu, o deus maior guarani. Sentado em um banco, segurando o Sol e a Lua, ele aparece todos os anos para anunciar a primavera. A vida social e religiosa dos tupis-guaranis é guiada, principalmente, pela presença do Sol. O astro tem um nome espiritual, Nhamandu, diferente do termo usado para denominá-lo no cotidiano, Kuaray. O próprio calendário guarani é ligado à trajetória solar, dividido em tempo novo (primavera e verão) e tempo velho (outono e inverno). O meio-dia solar, os pontos cardeais e as estações do ano são determinados de acordo com um relógio solar vertical, a exemplo de como faziam povos no Egito, China, Grécia e em diversas outras partes do mundo. A Lua tem também papel importante. Segundo Claude d’Abbeville, os tupinambás atribuem a ela o fluxo e o refluxo do mar e distinguem as duas marés cheias que se verificam na lua cheia e na lua nova. O movimento do astro influi na caça, nas espécies de peixes disponíveis para pesca, no plantio e no corte de madeira. Os índios se guiam pelo movimento das estrelas também para prever a gestação das crianças da tribo. Com base nas constelações, calculam os nascimentos para a primavera, quando o clima é mais quente e estável. Na etnia guarani, o ritual do batismo (nimongarai ou nheemongarai) também obedece à trajetória dos astros. A cerimônia acontece após a colheita do milho, na época dos tempos novos, que coincidem com os temporais do mês de janeiro. O nome da criança, que atestará sua origem, virá de uma das cinco regiões celestes: zênite, norte, sul, leste ou oeste.” (Em: http://www.almanaquebrasil.com.br/curiosidades-cultura/7291-o-ceu-segundo-os-indios.html)










“Os Incas, no Peru, eram os depositários de todo o conhecimento de Sírius, da Estrela Sírius [...] Os Maias, na América Central, eram os receptores e eram os guardiães de todo o conhecimento que vinha de Órion. Os Astecas, no México, eram os receptores e eram os depositários de todo o conhecimento que vinha da civilização do Cisne. Os Toltecas que também viviam no México, eram os depositários e receptores de todo o conhecimento que vinha de Marte [...] Aborígenes tinham o conhecimento das Plêiades [...] Esses do centro do Brasil, os tupis-guaranis guardavam todo o conhecimento de Escorpião, da constelação de Escorpião [...] Parte desta informação, parte desta cultura, isto é de Sírius, de Órion, de Cisne, de Marte, das Plêiades, de Escorpião e assim por diante... parte dessa cultura e parte desses conhecimentos estão em um certo Disco Solar, que está aqui muito próximo do Brasil. Então, é possível que haja um contato, que haja uma relação com este Disco Solar, e é possível que a gente retome este conhecimento. Mas como esses Aborígenes, seres Aborígenes são ainda os guardiães disso, então, nós teríamos que ter uma união interna profunda, verdadeira e real com eles pra termos isso disponível.”  (Extraído da Palestra: Conversas c/ TrigueirinhoNo 593)












“Disse o índio como inspirado pelo seu amor ardente. O ‘Senhor do Céu’ manda, às vezes, àqueles a quem ama um bom pensamento.”   José de Alencar  (em “O Guarani”)







SABEDORIA INDÍGENA










“Se achamos que o nosso objetivo aqui, na nossa rápida passagem pela Terra, é acumular riquezas então não temos nada a prender com os índios. Mas se acreditamos que o ideal é o equilíbrio do homem dentro de sua família e dentro de sua comunidade, então os índios têm lições extraordinárias para nos dar.”   (Cláudio Villas Boas)






Código dos Índios Americanos
(Do Livro "O Sucesso está no Equilíbrio")













“Na Tradição Andina que estudo e pratico, vivemos no 'Tempo do Onkoy' um momento de reintegração e de encontro dos Povos das Quatro Direções... um momento de Comunhão, no qual aquele que tem um pouco mais de conhecimento procura compartilhar com aqueles que ainda não o têm preparando-os para a chegada do Quinto Mundo [...] Essa época de transição planetária pela qual passamos é um tempo de uma grande oportunidade da humanidade entrar numa idade de ouro, um milênio de Paz. Uma Era Dourada na qual receberemos transmissões energéticas realizada pelo ‘Povo das Estrelas’ que nos permitirão a entrar naquele Ser que estamos nos convertendo. Assim daremos um salto quântico para sermos um ser humano completamente diferente, que chamamos de Homo Luminus... Os Mestres Xamãs que me iniciaram dizem que estamos entrando num milênio de ouro, no qual nós somos os instrumentos pela Paz, os agentes da transformação. Muitos têm recebido o chamado do Espírito a tempo para fazer a diferença no mundo e em suas vidas.”  (Wagner Frota  – Xamã Jaguar Dourado – www.xamanismo.com)












“Muitos de nós são indígenas, sabe, encarnados nesses corpos de hoje, dessa outra raça. E ninguém mais vê que são indígenas, muitos passaram para o nosso sistema racial. E outros foram para o mundo intraterreno, e estes estão desenvolvendo a consciência indígena lá, são nossos instrutores.”   (Trigueirinho)














“Todos estamos de visita neste momento e lugar. Só estamos de passagem. Viemos observar, aprender, crescer, amar e voltar para casa.”     (Sabedoria Aborígene Australiana)













“Kaxinawa, Yanomami, Guarani, Terena, Kaingang, Krenak... nenhum de nós achamos que estamos acabando... Há 50 anos atrás, as estatísticas do governo davam uma população de 150 mil pessoas para todos os índios do país (Brasil). Hoje, nós somos uma população de 350 mil pessoas em todo o território nacional, distribuídas em mais de duzentas culturas de povos diferentes, somando essa população.”    (Ailton Krenak)








Ailton Krenak
(Povos das Florestas)






“Queremos que a floresta permaneça silenciosa, que o céu continue claro, que a escuridão da noite caia realmente e que se possam ver as estrelas. As terras dos brancos estão contaminadas, estão cobertas de uma fumaça-epidemia ‘xawara’ que se estendeu muito alto no peito do céu. Essa fumaça se dirige para nós, mas ainda não chega lá, pois o espírito celeste Hutukarari a repele ainda, sem descanso. Acima de nossa floresta o céu ainda é claro, pois não faz muito tempo que os brancos se aproximaram de nós. Mas bem mais tarde, quando eu estiver morto, talvez essa fumaça aumente a ponto de estender a escuridão sobre a terra e de apagar o sol. Os brancos nunca pensam nessas coisas que os xamãs conhecem.”    (Pajé Davi Yanomami)














“Se você fala com os animais eles falarão com você e vocês conhecerão um ao outro. Se não falar com eles você não os conhecerá, e o que você não conhece você temerá. E aquilo que tememos, destruímos.”   Chefe Dan George   (Índio dos EUA)







Somos Todos Índios
(Nave de Prata - Clip Musical)








Um dia a Terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar o homem branco a reverência pela sagrada Terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris, para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris.” (Profecia decretada há mais de 200 anos pela indígena Olhos de Fogo, nação Cree, dos EUA)









“A preparação para a cura requer um período especial de jejum, oração, renúncia, agradecimentos, sacrifício, exercícios devocionais. O propósito é vencer as paixões da carne e fortalecer o espírito. A abstinência e o rigor físico limpam o corpo e a concentração mental purifica a mente, alinhando assim a matéria e o espírito. Desta forma a mente individual pode entrar em contato com o poder de cura do Grande Espírito.”    Wooden Leg   (Xamã Cheyenne)















“Eu sou o eterno agora da criação, eu sou o espaço através do qual viaja o tempo. Através de mim você experimenta os dons da reflexão, esperança, sabedoria e assim você poderá conhecer a si mesmo. Conhecer-se como criador e criatura, menor que um grão de poeira e tão grande quanto o Deus que você louva.”   (Chefe Archie Fire Lame Deer)












Kaká Werá
(Txucarramãe)



“Muitos dos estudiosos da 'Senda da  Fraternidade Cósmica', às vezes, podem sentir algum tipo de dificuldade para associarem as experiências das Culturas Indígenas com as realidades que interligam os propósitos da Fraternidade Branca e da  Confederação Intergaláctica. Vamos, então, oferecer conteúdos que podem ajudar a desfazer esta possível dificuldade. Como brasileiros que somos, precisamos ter consciência da grande influência, muitas vezes despercebida, que os índios exerceram e ainda exercem sobre as nossas vidas nesta nação. Lembremos, por exemplo, que o Brasil como país geográfico e como 'nação espiritual' existe há bem pouco tempo na órbita deste nosso belo planeta Terra. E que, antes de termos nossos limites geográficos demarcados e receber o nome da nossa pátria, eram as Culturas Indígenas que vivenciavam predominantemente as suas experiências por estas terras. Não por acaso, várias palavras oriundas de idiomas indígenas foram assimiladas pela atual cultura lingüística do Brasil. Saibamos que, hoje, no Brasil temos mais de 100 linguagens diferentes (idiomas, dialetos, etc.) decorrentes ainda da grande diversidade das Culturas Indígenas atuais. As sabedorias dos grandes Xamãs e Pajés da Cultura Indígena nos deixaram grandes ensinamentos, principalmente, no que diz respeito à interligação dos diferentes Espíritos da Natureza com nossas vidas, denominada no Budismo como 'Rede de Interdependência'. Ainda hoje, o simbolismo dos espíritos animais encontra amparo e segurança, principalmente, no acervo de herança da Cultura indígena. Há também aqueles indígenas que nos deixaram profecias e que nos ajudaram a ver as verdades atemporais desta Terra. Pois em toda estrutura social que tem caráter evolutivo, há sempre aqueles emissários do 'tempo cósmico' que sinalizam para o caminho atemporal da vida superior. Aprofundando no objetivo deste tema, vou testemunhar uma experiência pessoal recente que interliga toda esta rede da 'Senda da Fraternidade Branca', envolvendo as realidades de Conselhos e Comandos Espirituais com as experiências da Cultura Indígena, aqui na Terra.”  (Do livro “COMANDO ESTRELINHA, Temas Transcendentais”, págs 128 a 130, Horácio Netho, Ed. Alfabeto, 2012)






ESPIRITUALIDADE INDÍGENA
e a ALMA BRASILEIRA - 1
(SOCIEDADE TEOSÓFICA)










“Ainda sobre o Comando Ashtar, entre novembro e dezembro de 2010, acompanhei o despertar espiritual ou monádico de uma integran­te deste Comando Estelar. A nave ‘ASHTAKRAN’ foi a unidade do Co­mando Ashtar que alinhou a alma terrena deste ser feminino ao serviço coletivo aos quais se destina este agrupamento cósmico. Para que ocor­ra um despertar monádico, há a necessidade da presença consciente de um Avatar sustentando o evento. Neste caso específico, ‘Yeshtar Ha­wknawara’ foi o Avatar que orientou esta iniciação. ‘Yeshtar Hawkna­wara’ é um Avatar ativo e influente nos Conselhos Indígenas da Terra, tendo vivido experiências em tribos amazônicas, aborígenes e apaches, dentre outras. Não por acaso, este despertar foi emoldurado por uma mágica interligação com os espíritos de alguns animais. Gaviões, co­bras, borboletas, andorinhas, etc... sinalizaram suas presenças e mensa­gens, numa sincronicidade de suprema graça, ofertando um colorido especial ao que testemunhávamos. No equinócio de verão com o eclip­se total da lua, em 21/12/10, esta iniciação foi consumada e aquele ser feminino recebeu o seu 'mantra monádico', seu som de identificação nos reinos dos céus. Também lhe foi revelada a sua co-existência em mais duas Constelações da nossa Via Láctea: Órion e Lira.”  (Do Livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação” ,pág 237, Horácio Netho, Ed. Alfabeto, 2011)







ESPIRITUALIDADE INDÍGENA
e a ALMA BRASILEIRA - 2
(SOCIEDADE TEOSÓFICA)











"A América Latina tem 826 povos indígenas, com 45 milhões de pessoas que representam 8,3% da população total da região, segundo um relatório apresentado nesta segunda-feira (22\09\14) em Nova York pela CEPAL, que destaca melhorias em saúde, educação e participação política na última década. O novo número de 45 milhões de indígenas até 2010 significa um aumento de 49,3% na primeira década do século XXI, já que em seu relatório anterior de 2007 a Comissão Econômica para a América Latina da ONU havia estimado um número de 30 milhões de pessoas e 624 povos autóctones em 2000 [...] "Trata-se de uma 'recuperação demográfica' de magnitude considerável", indica a CEPAL em seu documento, falando de uma taxa de crescimento médio anual de 4,1%, muito acima do 1,3% registrado para a América Latina (+13,1% para a década) [...] Embora a Bolívia, com 6,2 milhões de indígenas que representam 62,2% de seus habitantes, seja o país da América Latina com a maior porcentagem de população autóctone, o México conta com 17 milhões de cidadãos desta origem (15,1%). Outros países com grande população nativa são Peru (7 milhões, ou seja, 24%), Guatemala (5,9 milhões, 41%), Equador (um milhão, 7%), Colômbia (1,6 milhão, 3,4%), Chile (1,8 milhão, 11%) e Nicarágua (520.000, 8,9%). Segundo a CEPAL, que menciona 826 povos indígenas, "estima-se que além disso outros 200 vivam em isolamento voluntário". O Brasil é o país com a maior quantidade de povos indígenas, ao somar 305 (900.000 pessoas, 0,5% de sua população), seguido por Colômbia (102), Peru (85), México (78) e Bolívia (39) [...]O relatório mostra "avanços importantes no acesso aos serviços de saúde que se refletiram em melhorias nos indicadores, como o atendimento ao parto e a mortalidade infantil entre os povos indígenas" entre 2000 e 2010 nos nove países com dados disponíveis (Costa Rica, México, Brasil, Venezuela, Equador, Panamá, Guatemala, Peru e Bolívia). Além disso, "17 países dispõem de alguma institucionalidade estatal com o mandato específico de gerir a saúde intercultural". Em educação, a CEPAL observa "aumentos nas taxas de assistência escolar em todos os níveis", com porcentagens de comparecimento "entre 82% e 99% para as crianças de 6 a 11 anos." (Em: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2014/09/22/povos-indigenas-crescem-e-ja-sao-83-da-populacao-da-america-latina.htm)














ESPIRITUALIDADE INDÍGENA
e a ALMA BRASILEIRA - 3
(SOCIEDADE TEOSÓFICA)











“... estávamos diante de uma informação muito nova, de que nas fileiras da Grande Fraternidade Branca do planeta existiam seres indígenas que dos planos internos ajuda­vam a reger o processo de evolução do planeta [...] esse campo de consciência formado pelos povos indígenas não foi resultado do acaso, mas foi organizado e estruturado pelas grandes consciências que regem a evolução da Terra. A presença dos povos indígenas, dito pela Hierarquia, fazia parte de uma estratégia da Hierarquia para a evolução do planeta [...] Nos disseram que ‘a consciência indígena representa a consciência do coração’, não a consciência da mente, mas a consciência do coração. Nessa percepção do coração, tudo é consciência: as montanhas, os seres minerais, os seres vegetais, os seres do reino animal, tudo é percebido como consciência, como vida. Não é à toa que os indígenas norte-americanos chamavam as florestas como “Reino do povo em pé.” (Extraído da palestra: “O trajeto da consciência indígena – 1ª parte”, Irmão Thomas)






ÍNDIOS BRASILEIROS - MARECHAL RONDON  
MISSÃO e LIÇÃO de VIDA 
(Marcos Terena - Líder Indígena)



“Tudo na Terra tem um propósito, cada doença uma erva para curar, cada pessoa uma missão a cumprir. 
Esta é a concepção dos índios sobre a existência.”    
Christine Quintasket  (Índia Salish)











“Estamos todos relacionados por fios invisíveis que nunca se tocam, tecendo a teia da vida. Mas ao vibrar um desses fios, todo o conjunto reverbera, uma vez que estamos interligados.”  (Sabedoria Lakota)